Amores imperfeitos

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Por Arno Duarte

Éramos dois. Ela, uma mulher gata, madura, segura de si, teimosa, mas carinhosa. Eu, um cara normal, bonito talvez, inseguro, cheio de manias, mas com boas intenções. Um amor imperfeito.

E mesmo não sendo perfeito, escolhemos ser pai e mãe do Cadu, pois pais e mães foram feitos para errar, para serem ultrapassados, para ficarem com vergonha deles na entrada da escola.

Não contentes, queremos mudar a ordem natural das coisas, fazer tudo correto, ter a resposta certa, atender no prazo, superar as expectativas, correr contra o relógio, ser o melhor pai e mãe do mundo e ainda continuar os mesmos namorados de antigamente. Mas nada será como antes.

Quando já não somos só dois a vida de amantes precisa ser reaprendida: os dias, as noites, as madrugadas, o trabalho, as folgas, as férias. Tem sempre um ponto de interrogação na frase. Às vezes umas três exclamações.

Deixamos de viver só pelo amor romântico. O pequeno sonho de nove anos que uniu nossos sorrisos e lágrimas, também tornou nosso amor mais paciente, maduro, sereno, sincero, responsável e brincalhão.

Nosso amor imperfeito evoluiu. Passamos a viver alegrias, saudades, surpresas, questionamentos, reflexões e transformações, agora aceitando nossos defeitos e limites.

Somos e sempre seremos nós mesmos.
Apaixonadamente imperfeitos.

ARNO DUARTE, além de papai adotivo, é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano e mobilizador do movimento Geração Mais Amor. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.

Ser pai em cinco sentidos


Por Arno Duarte

Pais não foram feitos para ficar tanto tempo longe dos filhos. Um dia, dois dias no máximo, é aceitável. Achamos que a tecnologia ajuda a encurtar as distâncias, mas uma mensagem de áudio no whatsapp ou alguns minutos de conversa no facetime nunca vão substituir o gostinho de um abraço.

Esperei quase nove anos para conhecer meu filho, e agora, parece que minhas necessidades básicas mudaram, e meus sentidos estão mais conectados com coisas que antes eu nem sabia que existiam.

Preciso sentir o cheirinho dele de manhã antes de ir pra escola. Preciso ouvir suas histórias mágicas pra viajar junto com ele para mundos de fantasia. Preciso vê-lo faceiro aprendendo a andar de bicicleta e descobrindo a delícia que é o vento batendo em seu rosto. Preciso afofar seus bracinhos pra me dar conta do quanto ele é frágil e sensível. Preciso olhar em seus olhos pra enxergar o brilho do futuro e as infinitas possibilidades que borbulham em sua alma.

Também preciso beijá-lo bastante, mesmo sabendo que nem todos os beijos do mundo dão conta de dizer o quanto eu amo esse pequeno ser que transformou todos os meus dias em uma contagem regressiva pra abraça-lo mais uma vez.

ARNO DUARTE, além de papai adotivo, é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano e mobilizador do movimento Geração Mais Amor. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.

Sobre viver

A chegada de um filho, ainda mais um que chega do dia para a noite, provoca reflexões profundas a respeito de escolhas do passado e para o futuro. Minha vida não é mais só minha e o conceito de sobreviver pode ter um sentido bem mais amplo do que o conhecido.

Por Arno Duarte

Sempre fui um cara muito preocupado com dinheiro. Desde que comecei a trabalhar, nunca passei por aperto financeiro, mas também, meu foco era exclusivamente o trabalho. Eu tinha pânico de passar por alguma necessidade, principalmente, de não ter onde morar.

Para não chegar a esse ponto, eu trabalhei muito e acabei por esquecer de viver. O lado bom é que guardei dinheiro, e com 22 ou 23 anos eu já tinha comprado um apartamento. Depois vendi e construí uma casa, depois vendi e comprei outro apartamento. Essa sempre foi a minha necessidade mais básica, que garantiu a sobrevivência do meu inconsciente.

Nos últimos anos relaxei mais com essa coisa toda de dinheiro e diminuí o peso que o trabalho tem na minha vida. Não parei de trabalhar, claro, apenas procuro aproveitar mais os dias, ao mesmo tempo em que desenvolvo atividades que me proporcionam certo conforto e sustento financeiro.

Há 30 dias me tornei papai adotivo. Ao me deparar com a situação de ter uma criança de oito anos em casa, e com a grata função de alimentar, vestir, educar, brincar e cuidar, a busca por saciar as necessidades básicas e o instinto de sobrevivência voltaram a gritar dentro de mim.

Até então, eu era dono apenas do meu nariz, cuidava das minhas continhas, fazia o que eu queria na hora em que eu queria. Tinha uma certa comodidade construída ao longo do último ano, depois que me tornei um profissional autônomo.

Sigo sendo dono do meu nariz, mas, e o outro narizinho adorável que me olha com olhar de admiração a todo instante?

Hoje me pergunto se minhas escolhas foram as melhores, se preciso rever algumas delas, que alternativas tenho para prover tudo o que meu filho precisa sem deixar de ser quem eu sou. Já me passou pela cabeça voltar para um emprego formal, ter a estabilidade da carteira assinada, o plano de saúde, seguro de vida, previdência social e o dentista pagos pela empresa. Até o auxílio funeral estaria garantido.

Nesse vai e vem de sentimentos sobre necessidades básicas, me dou conta de que não sou apenas responsável pela sobrevivência do pequeno Cadu. Meu papel vai além disso. Preciso também passar valores e ser uma referência para ele. Afinal, eu sou o cara que diz que o sentido da vida é amar. Amar quem sou, o que faço, com quem me relaciono e o que quero ser.

De que adiantaria ser “bem-sucedido”, ter garantias e estabilidade, e também ser infeliz, triste, preso em um salário. Que aventuras coloco em minha vida que podem inspirar meu filho a querer ser o seu melhor, voar livre pelo mundo, sendo também o dono do seu próprio nariz.

Outro dia ele me disse: “é bom ser teu próprio chefe, né pai”? Na hora eu pensei, sim, eu defino minhas metas, eu trabalho para atingi-las, eu recebo pelo sucesso ou fracasso dos meus projetos. Mas o melhor de ser chefe de si mesmo é poder viver a vida que eu quero, ser o pai que preciso ser sem deixar de ser o homem que quero ser.

Impossível garantir que este é o ponto final desta história, que nunca vou mudar de ideia, que dessa água não mais beberei. Só sinto que esse é o caminho que eu quero seguir agora, e cada um com o seu caminho, tudo bem se o seu é outro. O meu caminho é o de aproveitar o momento para ser mais eu, ser mais pai, ser mais amigo, ser mais parceiro.

Quero falar mais sobre viver do que sobreviver.


tumblr_mewz5ffgIl1qkdy8to1_1280ARNO DUARTE, além de papai adotivo, é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano e mobilizador do movimento Geração Mais Amor. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.

Liberdade de ser quem se é

Você já deve ter ouvido aquelas frases prontas, do tipo: “precisamos mudar a educação para o mundo melhorar”, blá blá blá, mas você já percebeu que seus filhos, sobrinhos, primos, e até você na universidade ou pós-graduação, seguem estudando no mesmo modelo de ensino que seus avós frequentaram? Como mudar se estamos presos a um modelo que nunca muda?

Artigo publicado na revista About Shoes, em janeiro de 2016, por Arno Duarte

Quanto mais estudo sobre educação e comportamento humano em comunidades e organizações, mais percebo que as soluções que a sociedade precisa para superar a diversidade de crises que enfrenta, passam, necessariamente, por aprendermos desde a infância, sobre a “liberdade de ser”.

O sistema educacional não permite que sejamos quem queremos ser. Ele foi concebido para formar trabalhadores que sustentem o modelo de produção de bens e serviços. Em verdade, nem bem sabemos que podemos ser diferentes do que nos ensinam. Há um desrespeito a nossa curiosidade e individualidade desde cedo.

A natureza questionadora da criança é sufocada pela formação escolar padronizada, na qual aprendermos tudo com outras pessoas, em instituições formatadas e conteúdos pré-definidos. Só precisamos seguir a rotina de ir para a escola diariamente, responder a chamada, sentar, produzir textos, cálculos, fórmulas e esperar a sirene tocar para voltarmos para casa. Assim como numa indústria, onde as pessoas batem ponto, produzem e aguardam pela sirene que avisa quando do final do turno de trabalho.

Não se estuda para aprender algo novo e preenchedor. Estudamos para satisfazer o sistema, para passar no vestibular ou conseguir um emprego. Não que isso seja ruim, mas porque a essência da construção do ser e do saber acaba sendo substituída pelo modelo de vida predominante na sociedade?

Se o meu ser é construído a partir de necessidades externas e do que outros me dizem que devo aprender, passo a responsabilidade das minhas transformações internas para o que está fora de mim. Mudar, melhorar e evoluir deixa de ser responsabilidade minha e passa a ser do mundo. Se eu não tenho é porque alguém não me deu, se eu não sei é porque ninguém me ensinou, se eu não faço é porque ninguém me ajuda.

Ter liberdade de ser implica também na responsabilidade de ser.

A função das instituições de ensino, desde a escola primária até as universidades, deveria ser de estimular as pessoas, de qualquer faixa etária, mas principalmente as crianças, a serem os responsáveis pelo que querem aprender. Professores seguem sendo valiosos, mas na função de facilitadores do conhecimento, guiando os menos experientes pelas descobertas e novos aprendizados.

Quando sou responsável pelo que eu quero aprender, passo a ser responsável por quem eu sou, quem eu quero ser, pelo que quero viver, por onde quero viver e pelas transformações necessárias no mundo com o qual me relaciono. O mesmo vale para organizações, onde se espera que o líder dê orientações e direção, quando na verdade cada empregado deve assumir a liberdade e responsabilidade de ser líder de sua vida profissional.

Acabar com a corrupção, terrorismo, guerras, violência, racismo, machismo e outros problemas, só acontecerá quando nos tornarmos responsáveis por nossa evolução e passarmos a usufruir da própria liberdade de ser. Vamos assumir que isso não é problema dos outros, mas nosso, como coletivo, e passaremos a cooperar em busca de soluções.

Felizmente, o conceito do que é educação vem se transformando organicamente em muitas escolas, com a revisão do modelo de aprendizagem e inclusão de provocações como auto liderança, criatividade, mobilização e cooperação. Mas é preciso insistir. O processo de reconstrução deste modelo enfrentará resistências, pois tira a maioria de nós da agradável “zona de conforto” de ter o controle sobre o que é ensinado aos mais novos.

A atual geração de estudantes e futuros empreendedores quer buscar o aprendizado. Eles percebem o conhecimento como um desafio, e precisam buscar soluções para este desafio. Escolas e organizações precisam estar preparadas para dar liberdade total para estes seres naturalmente curiosos e inquietos, facilitando e estimulando o desenvolvimento pleno do potencial humano disponível.

A liberdade trará a responsabilidade e as soluções necessárias para as transformações individuais que o mundo precisa.


ARNO DUARTE é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.

Expedido termo de guarda

Um momento intenso, primeiro passo para eu ser adotado como papai por uma criança de oito anos. E como um início tão vibrante pode ser representado por uma frase tão fria? 

Por Arno Duarte

Uma segunda-feira normal de dezembro, como tantas, vida que segue, trabalho, reuniões, e um telefonema: “olha teu e-mail agora, o status mudou”! Era a Taís, minha eterna namorada, sobre o processo de pedido de guarda do Cadu, um menino que apadrinhamos há um ano. Não foi de uma hora para a outra, mas é inesperado de qualquer jeito. Talvez não exista o momento perfeito para avisarem: “expedido termo de guarda”. Só é expedido! Frio assim, um suave chacoalhar na realidade.

O que eu sinto é calor humano, sensação de que o coração não cabe dentro do peito. Borboletas voam pelo estômago, um descompasso da língua embaralha as palavras, os pensamentos viajam para o passado e futuro e é inevitável o congelamento das bochechas em um sorriso que não se desfaz nem para dormir.

A partir daí a vontade de contar para todo mundo fica presa no receio de que tudo aquilo de bom que está acontecendo seja um sonho que pode ser desperto. Mas o medo evapora na alegria de ver os amigos celebrarem junto, de ouvir teus sobrinhos felizes comemorarem com gritinhos a chegada do novo primo, dos avós bestas planejando como será quando forem chamados de avós.

Emoções se misturam com a expectativa de saber quando o menino vai receber a notícia, se vai gostar, se vai chorar, se vai querer me ver com urgência ou se vai precisar de um tempo para absorver a ideia. Medos infundados, talvez cagaço em função da responsabilidade que chega, por uma vida a mais na minha vida, por um amor maior para amar sem limites.

Será que dou conta? Claro que sim, já nasci pronto para isso. A verdade é que eu sempre soube que estava pronto para ser pai de um filho de coração.

A vida vai mudar. Já mudou quando conheci o ruivinho de olhos verdes, tão especial que já é a minha cara. E a vida vai mudar ainda mais quando eu conseguir soltar todo o choro de felicidade dentro de mim, quando eu ouvir um singelo “pai” ou quando eu conseguir dizer “filho” sem me preocupar se posso ou devo me referir a ele assim.

Foi expedido o termo de amor. Aliás, acho que este deveria ser o nome do documento. Mas dane-se as formalidades, o amor está nos detalhes, nas entrelinhas, nas letras miúdas, invisíveis a olho nu. Pai é quem ama, e eu estou amando esta nova porta para a vida, uma oportunidade de ser inspirado a ser o meu melhor pelo carinha que eu deveria inspirar.

Um novo ciclo se inicia, transformações, descobertas, parceria, amizade. E nem se passaram 24 horas daquela segunda-feira tão normal de dezembro. Imagina o que mais me espera como papai adotivo tendo uma vida inteira pela frente para celebrar.


ARNO DUARTE, além de papai adotivo, é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano e mobilizador do movimento Geração Mais Amor. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.

Entrevista na Rádio Unisinos FM

Foi ao ar hoje bem cedo, mas bem cedo mesmo, minha entrevista para a rádio Unisinos FM. No programa Conexão RH, com a Talita Raquel de Oliveira, pude falar sobre a Favoo, Guerreiros Sem Armas, e também sobre o movimento Geração Mais Amor, que atua no exercício da habilidade de amar, gerando ambientes e ações de cooperação, tendo por base o afeto entre as pessoas.

Detalhe é que em 2002 e 2003 eu atuava do outro lado do microfone, na mesma rádio, realizando as entrevistas! Desta vez foi diferente, eu fui o entrevistado e gostei bastante da experiência!

Ouve no link abaixo e deixa teu comentário depois 🙂

* Na foto: Talita Raquel de Oliveira, Cláudio Cunha Santos e Arno Duarte

Nosso amor pela educação

Aconteceu a oficina Geração Mais Amor, com os voluntários e amigos da EduAction, no final de semana dos dias 31 de outubro e 1º de novembro. No sábado, refletimos sobre o amor, conhecemos melhor nossas paixões, conectamos os sonhos do grupo e nos preparamos para realizar duas intervenções incríveis em espaços nobres da Feira do Livro em Porto Alegre.

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SONHOS PARA A EDUCAÇÃO

No domingo divulgamos a ONG para o público em geral, buscando por interessados em voluntariado internacional, professores que quisessem levar a metodologia da ONG para suas escolas e também pessoas disponíveis para hospedar intercambistas em suas casas. Ainda gravamos vídeos com depoimentos do público sobre os seus sonhos para a educação!

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RE-EVOLUÇÃO CONSTANTE

Nossa re-evolução foi pensar nos próximos passos para a expansão e legado da EduAction nas escolas da América Latina e mundo. O que faremos nessa direção na próxima semana?

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INTERVENÇÃO BÔNUS

Na segunda-feira, dia 2 de novembro, o segundo milagre: a EduAction realizou a Feira das Nações dentro do espaço infantil e juvenil na Feira do Livro, com a visita em massa do público, graças a um convite espetacular feito pela turma da EduAction e postado diretamente do evento no domingo.

AÇÃO E GERAÇÃO MAIS AMOR
O resultado de três dias de oficina foi impressionante. Tudo isso graças ao poder mobilizador do grupo. Os milagres acontecem quando a gente se move junto para fazer eles acontecerem!

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DEPOIMENTOS

Quem já participou da oficina Geração mais Amor dá o seu depoimento sobre as experiências e resultados do trabalho. Nos vídeos abaixo, quem conta sobre a vivência são Naomi Martin e Valeria Martinish, voluntárias internacionais da ONG EduAction, que atuam com educação intercultural em escolas públicas e privadas em diversos países no mundo.

A Naomi é da Inglaterra e a Valeria do México. Ambas participaram da oficina Geração Mais Amor no em novembro de 2015, em Porto Alegre, durante seu período de intercâmbio no Brasil. Confere aí!

Naomi Martin

‪#‎GeraçãoMaisAmor‬ ‪#‎EduAction‬

Liderança Líquida em dezembro

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Como ser o que a empresa precisa, sem deixar de ser quem eu sou? Nova turma do Liderança Líquida em dezembro. Serão quatro encontros para começar o ano facilitando equipes de forma inovadora e com propósitos organizacionais e pessoais mais alinhados.

Porque Liderança Líquida?

A água leva o ar lógico e racional para o universo do sentimento, das emoções, das sensações e do instinto. O indivíduo representado por este elemento se distingue por sua sensibilidade, intuição e seu desejo sincero de ajudar os outros. É sentimental, sonhador, muitas vezes idealista e sua receptividade de se dispor a ouvir e compreender todos ao seu redor. Também é muito sensível em seus espaços e participa emotivamente de tudo que acontece em seu ambiente.

Temas abordados:
– Relação entre gerações;
– Navegando em ambientes líquidos;
– A verdade dá lucro;
– Propósito pessoal e resultados organizacionais;
– Potencializando talentos;
– Conversas de valor;
– Estratégias de boicote dos seres humanos;
– Planejamento e monitoramento sistemático.

Facilitador:

Arno Duarte é coach, mentor e consultor em gestão, estratégia e liderança. Graduado em Jornalismo pela UNISINOS, possui MBA em Gestão Empresarial pela ESPM e Fundação Dom Cabral e especialização em coaching ontológico homologado pela Federacion Iberoamericana de Coaching Executivo. Também tem formação como terapeuta corporal em bioenergética e integrou a formação em liderança e mobilização social Guerreiros Sem Armas, com participantes de 23 países. Possui experiência nacional e internacional de mais de dez anos em cargos de gestão de recursos humanos, comunicação corporativa e programas de responsabilidade social em empresas multinacionais como AGCO Corporation e Groupe Doux. Mentor voluntário no Escritório de Carreiras da PUCRS. Prêmios Top Ser Humano ABRH-RS e nacional, ADVB nacional, ABERJE Região Sul e finalista nacional, SESI de Qualidade no Trabalho RS e nacional, em categorias de comunicação estratégica, endomarketing, inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência, desenvolvimento de jovens em vulnerabilidade social e saúde e segurança no trabalho. Palestrante em eventos sobre comportamento humano, relações interpessoais, protagonismo da gestão na comunicação, estratégias de relacionamento com stakeholders e conscientização para inclusão e diversidade. Atualmente é sócio diretor da Favoo, empresa de desenvolvimento humano, e co-fundador do movimento Geração Mais Amor, voltado ao desenvolvimento de jovens líderes e mobilização social.

Informações e inscrições:
A próxima turma do Liderança Líquida iniciará em dezembro. Serão quatro encontros semanais, permitindo atenção quase individualizada às necessidades dos participantes e trabalhar questões particulares com maior profundidade. Nas edições anteriores tivemos participantes da AGCO, Automatech, Incorp Consultoria, Pmweb, Sicredi e ThoughtWorks. Entre em contato com a gente pelo e-mail contato@favoo.com.br ou pelo telefone 51.3028.9865.

O sentido da vida em Novo Hamburgo

Na sexta-feira, dia 30 de outubro, aconteceu a palestra sobre o sentido da vida, para os servidores da Câmara e da Prefeitura de Novo Hamburgo. Parabéns para a equipe da Escola do Legislativo, por investir e incentivar os servidores a refletirem sobre autoconhecimento, inteligência emocional e propósitos. A felicidade no trabalho é possível quando estamos felizes com nós mesmos. Gratidão a Tatiane Lopes e ao pessoal da TV Câmara NH.

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Liderança Líquida, 2ª turma

Em novembro acontece a 2ª turma do workshop Liderança Líquida. Neste processo você aprenderá a desenvolver estratégias para ampliação da consciência, co-criação de espaços de colaboração, aprendizagem coletiva e inovação organizacional. A primeira turma contou com participantes da AGCO, Pmweb e Sicredi. Durante o trabalho serão desenvolvidas dinâmicas com foco em autoconhecimento,liderança, empoderamento e inteligência emocional.

Informações e inscrições pelo e-mail: contato@favoo.com.br

Porque Liderança Líquida?
O elemento água leva o ar lógico e racional para o universo do sentimento, das emoções, das sensações e do instinto. O indivíduo representado por este elemento se distingue por sua sensibilidade, intuição e seu desejo sincero de ajudar os outros. É sentimental, sonhador, muitas vezes idealista e sua receptividade de se dispor a ouvir e compreender todos ao seu redor. Também é muito sensível em seus espaços e participa emotivamente de tudo que acontece em seu ambiente.

Temas abordados:
– Relação entre gerações;
– Navegando em ambientes líquidos;
– A verdade dá lucro;
– Propósito pessoal e resultados organizacionais;
– Potencializando talentos;
– Conversas de valor;
– Estratégias de boicote dos seres humanos;
– Planejamento e monitoramento sistemático.

Facilitadores:

Arno Duarte: consultor organizacional e especialista em gestão de pessoas, comunicação e protagonismo social, com foco na potencialização dos talentos. Graduado em Jornalismo, possui MBA em gestão empresarial e especialização em Coaching Executivo. Palestrante sobre comportamento humano, relações interpessoais, comunicação, estratégias de relacionamento e conscientização para inclusão e diversidade. Docente na Fadergs em disciplinas de liderança, coaching, planejamento de carreira e gestão da complexidade e mudança. Possui experiências nacionais e internacionais em gestão de pessoas na AGCO e Groupe Doux.

Hildebrando Couto Santos: Coach Profissional pela Academia Brasileira de Coaching, MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas, graduação em Sociologia e Sistemas de Informação. Mentor voluntário do Escritório de Carreiras da PUC/RS. Possui especializações em Coaching de Vida, Coaching de Carreira e Mentoring, Gerenciamento de Projetos, Arquitetura, análise e gestão de desenvolvimentos de Softwares. É gerente de soluções na Pmweb e consultor da FavooDesenvolvimento Humano.

Depoimentos:

“O Liderança Líquida foi uma experiência muito interessante. Falar de liderança de forma humanizada e simples, neste momento onde a correria do dia-a-dia nos torna mais duros, foi gratificante. Compartilhar experiências, sempre nos faz refletir e reacende a vontade por mais” .
– Maria Cláudia da Rosa Santos, Gerente Financeiro na Pmweb

“Foram muito valiosas as trocas de experiências e as vivências com a turma do Workshop Liderança. Gostei das dinâmicas adotadas e me senti muito a vontade. Recomento a todos e certamente farei outros eventos na Favoo”.
– Fernando Torres, Supervisor de Recursos Humanos, AGCO

Local:
Quartas-feiras de Novembro, das 18h30 às 21h30
Prime Offices Praia de Belas
Av. Borges de Medeiros, 2500, Porto Alegre