Padrinho da EduAction
Postado no 29 de outubro de 2015 Deixe um comentário
Esta semana está sendo incrível. Recebi convite para ser padrinho da EduAction! A ONG atua em escolas públicas e privadas, oportunizando aos jovens a participação em projetos de educação intercultural na América Latina, com voluntários internacionais, desenvolvendo cidadãos mais tolerantes e culturalmente sensíveis, protagonistas de suas vidas pessoais e profissionais. Muito alinhado com meu propósito de vida!
Neste sábado e domingo vou facilitar uma oficina com os jovens quemovimentam a ONG, utilizando a metodologia do movimento Geração Mais Amor. É o universo conspirando e reunindo pessoas que amam o que fazem e querem multiplicar esse sentimento para transformar o mundo.
Gratidão aos meus novos amigos da EduAction, Naomi Martin, Thaís Duarte, Matheus Pires de Freire, Valeria Martinish, Ismael Montagner Silveira e Taís Bernardini. Juntos vamos mais longe!
Para conhecer a EduAction e saber como participar acesse:https://www.facebook.com/EduactionProject
Palestra em Novo Hamburgo
Postado no 28 de outubro de 2015 Deixe um comentário
O coach e consultor da Favoo, Arno Duarte, conversará com os servidores da câmara de Novo Hamburgo sobre o sentido da vida na próxima sexta-feira, dia 30 de outubro, na Escola do Legislativo, iniciativa para o desenvolvimento dos funcionários públicos e da comunidade. Grande oportunidade para falar e ouvir sobre propósito e amor. Mais informações em: http://portal.camaranh.rs.gov.br/escola…/cursos-e-seminarios
Liderança é uma função de amor
Postado no 23 de outubro de 2015 Deixe um comentário
Quando falo sobre amor e liderança, a reação das pessoas é de estranhamento. Mas basta aprofundar a conversa para perceber que todos anseiam por relações mais humanas nas organizações, com base no respeito, confiança, atenção, cooperação e empatia. E qual o melhor sentimento para representar todos esses valores?
Artigo publicado na revista About Shoes, em novembro de 2015, por Arno Duarte
O papel do líder é naturalmente delicado e complexo. O modelo hierárquico das organizações é desenhado para que grupos sigam o comando de líderes maiores, que quanto mais alto o cargo, mais soberanos se sentem.
Desde o primeiro exército, a função de liderança é sinônimo de poder, só que esse poder está ligado à proteção, sobrevivência e defesa. Proteção de cidades, sobrevivência da família e defesa de territórios. E esse poder é de medo, de fechamento. Não se conecta com expansão e crescimento mútuo, que é o desejo das pessoas. Algo está errado.
As organizações esperam que o líder seja um guia, um orientador, quem tem as respostas e dá direção. E é assim que o ego assume o poder, querendo se tornar o centro do grupo, que todos o ouçam e admirem. O líder é visto como destaque, recebe os elogios, tem o reconhecimento e atenção, seja pelo sucesso ou pelo fracasso.
É muito fácil ser a pessoa que diz como fazer, e é por isso que as instituições estão repletas destes líderes. Em sua maioria, eles são apenas técnicos com objetivo de realizar coisas do seu jeito, de conduzir trabalhos a sua imagem e semelhança, sem perceber e se utilizar do potencial criativo de suas equipes.
Fala-se muito em construir ambientes mais humanos nas organizações, mas não há como criar uma atmosfera amorosa de amizade, partilha e confiança onde um sabe menos e outro sabe mais.
A re-evolução da liderança está na simplicidade de amar.
Liderar não é ser melhor ou mais poderoso, muito pelo contrário, é aceitar o outro como ele é, respeitar e potencializar talentos e inspirar as pessoas a serem o seu melhor.
O líder em evolução começa por abandonar a ideia de liderar e, ao invés disso, usa a palavra facilitar. Ele facilita a inteligência coletiva e as relações. Ninguém é inferior a ele, todos estão no mesmo nível, simplesmente o líder tem um pouco mais de conhecimento e experiência, que deve ser colocado a serviço das pessoas que participam do grupo.
Quando o líder direciona, ele destrói a competência natural de liderança da equipe. Cada um de nós é um líder nato, com iniciativa, inspirações, coragem, força e criatividade. Se uma pessoa precisa aparecer na organização, terá que ampliar seu espaço, e desta forma, outros terão que encolher suas personalidades para se ajustar neste ambiente.
Um líder sem pretensão de ser melhor ou superior deixará claro desde o começo que apenas tem um pouco mais de experiência em algumas áreas e que as compartilhará com o grupo, estando aberto para receber as contribuições individuais de todos, a partir dos diferentes pontos de vista. A experiência da diversidade torna o grupo mais rico e engajado.
Em outras palavras, o líder apenas constrói uma atmosfera de confiança e abertura para troca, deixa o grupo sereno e se torna um guardião para que todos tenham oportunidade de se expressar, interagir e dar o seu melhor no projeto.
Claro que o líder segue com responsabilidades e problemas a resolver, mas a busca pela solução é consequência de um compartilhar de conhecimentos do grupo, e não pode ser o foco do trabalho.
Você pode optar pelo caminho mais curto ou pelo mais longo para liderar. Mas se em algum ponto dentro de você existe a esperança de que as relações de trabalho podem ser mais humanas, é seu dever ser exemplo de uma liderança mais amorosa em todas as suas relações, seja consigo, com o outro e com o mundo.
ARNO DUARTE é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.
Confira o artigo no site da About Shoes, página 58.
Geração Mais Amor na EduAction
Postado no 20 de outubro de 2015 Deixe um comentário
Vai rolar uma oficina Geração Mais Amor com a galera da ONG EduAction Project, em Porto Alegre, no último final de semana de outubro. O grupo de jovens voluntários que movimentam a ONG vai se reconectar e redescobrir o afeto por si, pelo outro e pela causa que os uniu até aqui; a EduAction e a educação.
Fique ligado aqui na nossa página e acompanhe as novidades!
afeto + sonho + jovem = força para transformar o mundo!
Oficina de brigadeiros com crianças compartilha amor
Postado no 8 de outubro de 2015 Deixe um comentário
A intervenção do movimento Geração Mais Amor junto às jovens sócias da Doce Amor Brigadeiria resultou na transformação do negócio de doces. A partir da facilitação de um encontro de reflexão e ação, as proprietárias entenderam que o propósito de existir da brigadeiria vai além de fazer doces deliciosos. Elas desenvolveram oficinas de brigadeiros para despertar nas crianças um sentimento de afeto, troca e doação para com o outro.
A oficina usa os brigadeiros como instrumento para criar a ponte entre os pequenos e a meditação guiada para trazê-los ao momento presente e invocar sentimentos positivos para compartilhar junto com o doce. O brigadeiro é o símbolo desta oficina, estimulando os vínculos afetivos, de amor, amizade, carinho e respeito entre as crianças. Elas também criam mensagens que podem ser escritas ou em forma de desenho para serem entregues juntamente com os brigadeiros.
O vídeo apresenta a oficina realizada no Pão dos Pobres, em Porto Alegre, no dia 5 de outubro de 2015 e contou com o apoio do movimento Geração Mais Amor desde a concepção, e da EduAction na realização!
Geração Mais Amor
Postado no 7 de outubro de 2015 Deixe um comentário
Amigos, estou começando um projeto paralelo a Favoo para colocar em prática a experiência vivenciada no Guerreiros Sem Armas. Junto com os guerreiros Jonathan Felix, Leonardo Dutra Guedes e Saulo Zumerle Reliquías, iniciamos o movimento Geração Mais Amor, para resgatar a essência do amor em cada um na relação consigo, com o outro e com o mundo. Acreditamos que o afeto é o caminho para transformações significativas em direção ao mundo que todos sonhamos.
Fala-se muito em viver em um mundo mais amoroso, mas quando se trata de mudar o mundo, o que falta à maioria das pessoas é a habilidade e coragem para transformar relações. O movimento Geração Mais Amor atua no exercício da habilidade de amar, gerando ambientes e ações de cooperação, tendo por base o afeto entre as pessoas. O objetivo é que nossos projetos sirvam de exemplo e potencializem outras redes de jovens a desenvolverem mobilizações semelhantes pelo mundo.
Como fazemos nosso melhor acontecer?
Facilitamos workshops com jovens tendo como foco o desenvolvimento da consciência, reconhecimento de talentos, compartilhar de histórias, em direção a realização de sonhos coletivos, projetando e construindo soluções que conectem mais pessoas na rede de cooperação, de forma a ampliar o alcance das ações do grupo.
Durante os workshops os jovens experimentam e vivenciam uma série de metodologias e ferramentas de autoconhecimento e relação com o outro e com o mundo, como o Jogo Oasis, Comunicação Não-Violenta, Jogos Cooperativos, Danças Circulares, Art of Hosting, Dragon Dreaming e Meditações Ativas.
Lançamos o logo, site e página no Facebook ontem!
Entra lá e saiba como ser parte desse movimento!
Site: http://geracaomaisamor.org/
Facebook: http://facebook.com/geracaomaisamor
Amei demais
Postado no 6 de agosto de 2015 Deixe um comentário
Amei demais. Depois de 32 dias em Santos, vivendo e criando com pessoas especiais na formação Guerreiros Sem Armas e na comunidade do Morro do José Menino, me apaixonei profundamente por elas. E então chegou o momento da despedida. A vontade é de manter toda essa gente por perto. Guardar esse sentimento pra sempre, trancar o coração num cofre e jogar a chave fora para que as sensações fiquem comigo, para que eu possa acessá-las sempre que eu quiser. Não quero ficar longe dessa gente inspiradora, louca, mágica, eletrizante, espetacular!
Mas o amor se revela tão grande e especial, que me dou conta de que tudo o que deveríamos viver foi vivido, experimentado. E amar é isso, permitir-se sentir, entregar-se, e quando tudo estiver maravilhoso, permanecer amando tanto, mas tanto e tão profundamente, que se queira ver as pessoas amadas livres para voarem mais alto para amarem ainda mais pessoas, mais projetos, mais amigos. Prender essa experiência linda só pra nós, em nossa bolha do melhor mundo possível seria egoísmo, seria privar outros melhores mundos possíveis da energia desses corações transformadores que transbordam olhares apreciativos, afeto, cuidado, sonhos, milagres, celebrações e re-evoluções.
Amo a melhor versão de mim mesmo que re-conheci. Amo a melhor versão de meus novos amigos. Amo todas as possibilidades que se abrem a partir de nossos corações abertos, agora conectados e polinizando o mundo com o néctar mais precioso de nossas essências.
Guerreiros Sem Armas e Meninada, nos encontramos em nossos mais novos belos sonhos!
Quem é rico e quem é pobre?
Postado no 13 de julho de 2015 Deixe um comentário
Durante a formação Guerreiros Sem Armas, na comunidade do Morro do José Menino em Santos, decidi compartilhar algumas das vivência nas redes sociais. Logo no rascunho do primeiro post, de imediato, escrevi “uma comunidade carente em Santos” na primeira frase do texto. Aí me dei conta: carente de que?
O que nas carências desta comunidade faz dela tão especial que precisa ser definida com uma marca? Porque eu nunca chamei o prédio de apartamentos aonde eu vivo de carente? Ou mesmo a região aonde eu cresci? Será que a região dos Jardins em São Paulo, ou do Leblon no Rio, não são carentes de algo também?
Já na primeira experiência prática na formação, ao ter um olhar apreciativo sobre a comunidade que visitei, vi que a pobreza está na forma como rotulamos as pessoas e as coisas. Ser pobre, ou carente, como o mundo chama as pessoas que vivem nas periferias de grandes centros, nada mais é do que diminuir os outros diante de nós mesmos.
Pobres somos todos nós, quando subjugamos e eliminamos toda a beleza e possibilidades de algo, sem nem mesmo ter dado a chance desse potencial se revelar.
Ricas são as experiências que as pessoas vivenciam, na exuberância da natureza presente ao seu redor, nas suas crianças livres jogando bola no meio da rua ou descendo a ladeira de bicicleta, em seus abraços calorosos e cheios de sentimento.
Ricos ou pobres são os momentos, as circunstâncias promovidas por nossos comportamentos e ações, independentemente de onde vivemos.
E eu te pergunto: você está pobre ou rico neste momento?
Quanto é eu + vocês?
Postado no 2 de junho de 2015 Deixe um comentário
Artigo publicado na revista About Shoes, em julho de 2015
Na busca incessante por resultado e sucesso, pensamos mais na competição do que na colaboração. Somos competitivos desde o ambiente familiar, passando pela formação escolar até as relações de trabalho. Lutamos uma guerra sozinhos e esquecemos que antes de tudo somos muitos, milhares, milhões, e que somados formamos um único organismo.
Por Arno Duarte
Somos o produto de uma soma. Em nossa origem, duas células se juntam e a vida surge, inexplicavelmente. Com o passar dos anos, nosso resultado se dá por outras operações matemáticas. Dividir passa a ser importante. Separar a minha parte do bolo, garantir uma fatia do mercado, dividir o lucro, subtrair despesas, reduzir esforços, cortar o elo mais fraco da corrente, até que se chegue ao último elo, que também será o mais fraco.
Pouco se soma hoje em dia. Fomos criados para sermos individualistas, com necessidades únicas, vontades singulares, e assim desbravamos nossos caminhos. Células solitárias em busca de um fazer sentido para elas mesmas.
Mas seres celulares só fazem sentido quando criam algo com outros seres, outras células. O crescimento só acontece quando algo se soma a nós, e se sozinho queremos evoluir, devagar vamos caminhar. A evolução se dá a partir de conexões externas, de experiências com o outro, de trocas, que na verdade são somas.
A natureza humana é de cooperação, porém o que vemos hoje em dia são esforços cada vez mais escassos de construção coletiva. Nos isolamos na individualidade de nossos pensamentos, dos nossos escritórios, dos nossos empregos, cada um cuidando do seu propósito.
E tudo bem ter um propósito individual, uma meta, um objetivo para chamar de seu. A pergunta é o que aconteceria se você compartilhasse essa vontade com outras pessoas? E se outras pessoas tiverem objetivos semelhantes e vocês puderem somar competências para atingir o resultado de forma coletiva?
Vejo muita gente com sonhos, vontade de fazer a diferença, mudar algo, transformar a vida das pessoas, mas diante da imensidão do mundo, se veem pequenos, frágeis e esmorecem frente ao tamanho dos desafios. Esquecem que ao se somarem a outras pessoas podem se tornar tão grandes quanto os obstáculos que querem transpor. Somados nos tornamos um organismo vivo maior e mais inteligente. Sozinhos, simplificamos nosso potencial e estacionamos nosso crescimento.
Meu convite é para que você pense em que momentos está somando na vida de alguém, ou se está permitindo que alguém se some a você.
O autoconhecimento é um dos caminhos para a construção desses espaços de soma, de troca. Ao buscar a compreensão de quem somos, de nossos medos e limitações, do que nos distancia dos grupos, é possível se relacionar melhor com os outros, promovendo confiança, respeito, transparência, generosidade, lealdade e amor pelo que se faz.
Trabalhemos então o que está limitando nossa habilidade de se relacionar, por um mundo com mais parcerias estratégicas, mais mentes conectadas, mais projetos colaborativos, mais somas de especialidades e de saberes, para que possamos compartilhar os resultados e sucessos da evolução em grupo.
ARNO DUARTE é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.
Confira o artigo no site da About Shoes.
Meditação não é coisa de bicho-grilo
Postado no 2 de junho de 2015 Deixe um comentário
Artigo publicado na Revista About Shoes, edição de junho de 2015
Sabe aqueles dias em que tudo parece estar dando errado no trabalho, a correria é tão grande que você se sente sufocado, com vontade de se esconder no banheiro ou se trancar em uma sala de reuniões para ter um pouco de paz? Quando isso acontecer eu tenho um conselho pra você: pare tudo e apenas respire.
Por Arno Duarte
Não faça nada por alguns minutos, ajeite o corpo, alinhe a coluna, feche os olhos e só respire profundamente. Deixe a mente livre, limpa, vazia. Se surgir um pensamento, agradeça por ele estar ali e o dispense. Observe apenas a sua respiração, a posição do seu corpo, a musculatura dos ombros, relaxe os braços, os músculos da face e siga respirando. Comece praticando esse exercício diariamente por poucos minutos e, com o passar dos dias, aumente o tempo.
Isso é meditação. Um encontro com nós mesmos, para ouvir nossos sentimentos, ansiedades, medos, tensões e deixá-los se dissiparem, relaxando o corpo e o espírito, para focar nossa energia no que nos faz bem naquele momento.
Sim, vai parecer estranho nas primeiras vezes. Você vai se sentir um ET, se achar ridículo, vai querer fazer isso escondido de todo mundo. Não fomos acostumados a olhar pra dentro, ninguém nos ensinou a respirar. Acreditamos que é só uma função orgânica do ser humano para nos mantermos vivos. Mas ao subestimar a respiração, perdemos a consciência da sua função de conexão com nosso corpo físico e emocional.
À medida em que você for praticando a meditação com maior frequência, menos daqueles momentos de emergência, em que dá vontade de sumir, você enfrentará, pois estará mais atento e em equilíbrio, sabendo lidar com maior facilidade com situações de estresse e pressão.
Os efeitos positivos da meditação já são de conhecimento dos povos orientais há milênios. Os ocidentais têm se aproximado da prática há pouco tempo, mas os benefícios para o mental e físico estão conquistando cada vez mais adeptos, mesmo que muitos não comentem em meio aos amigos e colegas, por vergonha ou medo de julgamento.
A prática da meditação ajuda no relaxamento, foco, tranquiliza a mente e nos deixa mais alertas e sensíveis. Pode aumentar a qualidade do sono, diminuir o estresse e reduzir dores de cabeça, por exemplo. Quer mais? Se você busca resultados práticos, ela pode te ajudar a ampliar a consciência sobre seus comportamentos e até abrir caminhos para aquelas mudanças tão desejadas em sua vida.
Existem diversos tipos de meditação e você não precisa fazer cursos ou ir atrás de mestres para começar a praticar. Meditação é um espaço seu, uma maneira de ir para dentro de si mesmo, de perceber que você é mais do que corpo e mente. Você é um estado de espírito. Você é quem transforma a sua realidade no que você quiser.
Faça o teste, e depois dos dez minutinhos de respiração profunda, volte ao trabalho e perceba que o mundo não acabou na sua ausência. A única diferença que vai notar, será a forma como você vai receber e solucionar as questões que antes estavam afetando a sua tranquilidade. Os problemas não vão acabar, mas a forma como você passará a lidar com eles vão te surpreender.
ARNO DUARTE é coach e consultor organizacional na Favoo Desenvolvimento Humano. Adora o que faz, mas não deixa de se aventurar em peças de teatro, videoclipes, música, fotografia, meditação ou em qualquer coisa que estimule expressão e criatividade. Acredita que o sentido da vida é amar e se divide entre projetos pessoais e profissionais buscando a felicidade autêntica nas 30 horas do seu dia.
Arno Duarte 










